
Se pensa que pode apanhar um multa, pelo simples facto de não ter pago o IUC ou não exibir o comprovativo de pagamento do mesmo, está enganado.

Segundo a Automotor, a Policia de Segurança Pública e Guarda Nacional Republicana, utilizaram durante dois anos nas suas actividades de fiscalização, alcoolímetros ilegais, porque estes necessitavam de uma aprovação da ANSR (Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária).
Em questão de credibilidade o aparelho modelo Dräger Alcoltest 7110 MKIII, não goza de boa imagem, nomeadamente ao nível da credibilidade internacional, pois em 2007, nos EUA, as dúvidas quanto à sua qualidade, foram tão evidentes que obrigaram o Supremo Tribunal de Nova Jersey a requerer a um laboratório independente um estudo de fiabilidade, quer ao hardware como do software usado.
Assim o Automoveis-Online, recomenda a todos os que foram lesados, a reverem o seu processo de condenação, principalmente se a infracção por excesso de álcool que alegadamente cometeu, tiver sido registada com auxilio ao alcoólimetro de modelo Dräger Alcoltest 7110 MKIII, nos anos referidos na noticia que abaixo apresentamos. Depois de ter a certeza quer nas datas, quer no modelo utilizado, avançar para a sua defesa.
"Sopro Ilegal
Após dois anos de omissões e recuos, Paulo Marques, presidente da ANSR, assinou, finalmente, um despacho no Diário da República, onde viabiliza a utilização dos modelos DrÄger Alcoltest 7110 MKIII. Uma autorização que a AutoMotor reclamava como necessária. E que sempre fora negada da sua parte. Mas este volte-face não invalida que os alcoolímetros tenham estado dois anos a condenar automobilistas de forma ilegal

O GABINETE DO MINISTRO DE ESTADO E DAS FINANÇAS através do COMUNICADO DE IMPRENSA faz conhecer do novo sistema de penhora electrónica de automóveis.
“A DGCI (Direcção Geral dos Impostos) acaba de implementar uma inovação adicional no seu sistema de penhoras, com a entrada em produção de um sistema de apreensão física de veículos penhorados aos proprietários que possuam dívidas em execução fiscal.
Este novo sistema resulta da celebração de um protocolo entre a DGCI e a PSP, ao qual se associa a GNR, envolvendo ainda um conjunto de outras entidades que procederão à remoção dos veículos apreendidos e à sua venda em estabelecimentos de leilão.
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